Combinei lanche com o camarada português para depois seguirmos para um bar mítico da cidade onde ao domingo decorrem concertos de Jazz, gratuitos. Quando seguíamos para o bar, em jeito de passeio, tomei consciencia de que existem várias formas de suicídio lento e doloroso sendo uma delas é andar de mini-saia, t-shirt ou calções, com um frio de rachar penicos. Eles lá sabem.
Acabamos por fazer uma primeira paragem no Musée Magritte. Simpático mas como nunca neguei, não atino com a pintura muito menos surrealista. Sinto Muito. Ou talvez não.

Mais à frente, já sem a luz do dia, paramos numa feira de rua onde me tentaram impingir um perfume feito de modo artesanal. Interessante mas...cheirava uma beca mal.
Como os concertos já tinham ardido continuamos nas calmas e a tremer um bocadinho pelas ruas da cidade. Reparei, aliás o Nelson chamou-me a atenção, que quase não existem carros no centro. E por centro não se entenda uma praça mas sim toda a área metropolitana da cidade.
Fomos ao Mannaken Pis, também conhecido pelo Menino que mija...aquela coisa minúscula. Ponho a minha mão no fogo de como existem pilas maiores do que o boneco todo! Se dEus não acode os turistas passam e nem dão por ele.
Encontrei ainda livrarias com imensas coisas a preços muito apelativos. Temporadas completas de séries a 15 euros, filmes de culto e raros a 6 euros, livros por 2 euros e sim, tudo em primeira mão. Suponho que de edições que não tenham vendido.
Ainda fomos a uma loja de banda desenhada que também não é muito a minha onda mas como havia muita coisas do Astérix, não resisti!
Ah! Dei informações a uns turistas perdidos. Progressos!
Acabamos por fazer uma primeira paragem no Musée Magritte. Simpático mas como nunca neguei, não atino com a pintura muito menos surrealista. Sinto Muito. Ou talvez não.
Mais à frente, já sem a luz do dia, paramos numa feira de rua onde me tentaram impingir um perfume feito de modo artesanal. Interessante mas...cheirava uma beca mal.
Como os concertos já tinham ardido continuamos nas calmas e a tremer um bocadinho pelas ruas da cidade. Reparei, aliás o Nelson chamou-me a atenção, que quase não existem carros no centro. E por centro não se entenda uma praça mas sim toda a área metropolitana da cidade.
Fomos ao Mannaken Pis, também conhecido pelo Menino que mija...aquela coisa minúscula. Ponho a minha mão no fogo de como existem pilas maiores do que o boneco todo! Se dEus não acode os turistas passam e nem dão por ele.
Ainda fomos a uma loja de banda desenhada que também não é muito a minha onda mas como havia muita coisas do Astérix, não resisti!
Ah! Dei informações a uns turistas perdidos. Progressos!
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