Saí de casa pelas 7.30 da noite para ir ver uma casa. Não gostei. Fui jantar a um barzinho tipico e encontrar-me com a brasileira que conheci esta semana. Mais uma para se juntar ao "bando das quatro línguas". Entretanto fui picada mais d que uma vez por uma coisa qualquer na perna. Não faço a mínima do que seja mas agora que a anestesia está a passar voltou a doer.
Seguimos para a galerias de Saint-Géry (nós e os espanhóis), que passou a ser o nosso bar preferido. Um telefonema de um camarada e seguimos para encontrar outros "portugueses esquerdistas". Jantavam num restaurante simplesmente maravilhoso onde as paredes eram estantes de uma ponta à outra, do tecto ao chão, forradas de livros. Se fosse em São Miguel seria o restaurante com mais traças da ilha.
O "meu pessoal" seguiu para o bar ao lado e fiquei no restaurante com os "cámárrádes" ao sabor de um belo vinho tinto e ainda tive direito a uma mousse de chocolate. No jantar estavam jornalistas de todas as regiões do país (Portugal), entre eles um açoriano. Disseram-me que tinha que conhecer o meu conterrâneo e quando fui ver quem era (já meu conhecido) respondi-lhes que preferia que não me reconhecesses porque volta e meia não batia muito bem. Dito isto o gajo começa a cantar aos berros et voilá! Ainda no restaurante reencontrei um rapaz que conhecia há mil anos atrás na Covilhã. Bruxelas é um penico, no fundo.
Já um bocado alcoolizados seguimos para o bar onde estavam os espanhóis e o resto "dos camaradas". Um Irish Club muito agradável com canecas a 3 euros e qualquer coisa. Enquanto lá estive passei o tempo todo a cantar com a brasileira que me mandou um beijinho da Maria Rita. Fiquei a olhar para ela com cara de "Mas quem é a Maria Rita, agora?", ela "Cara, a filha da Elis. Cê disse que gostava.", "sim, mas não estou a perceber nada.". "Cê não disse que gostava e que Portugal amava? Eu disse a ela e ela te manda um beijo e diz que é louca por Portugal.". Ok, única brasuca que conheço nesta terra, à excepção da outra da comunidade, conhece a Maria Rita. A meio da noite lembrei-me de perguntar se por acaso não conhecia a Rita Lee, mas não, rui-se disse que não e ainda acrescentou que eu tinha mesmo cara de Rita Lee. Não sei o que quis dizer mas aceitei na mesma.
Os espanhóis bazaram para casa, hoje de manhã ia para Maastricht suponho que comprar droga e nós fomos confirmar o boato sobre um bar brasileiro de seu nome Canoa Quebrada. Diz-se que lá é tudo a roçar à grande e à brasileira mas não, não se confirmou. Confirma-se no entanto que o bar é pessimamente frequentado, com um calor insuportável e com musica pior ainda.
A essa hora da noite já devia ter gasto o meu saldo de tlm de tanta sms para Portugal. Uma pessoa não pode beber umas canecas a mais que começa logo a esbanjar. Pode-se dizer que eu saí de Portugal mas Portugal não saí de mim, sempre a mesma coisa.
Com as bebedeiras que tínhamos em cima obviamente ninguém queria ir para casa, até mesmo porque eu já nem sabia onde morava. Aconselharam-nos uma discoteca no centro. Apenas sabíamos que era "fixe" mas nada mais, nem preço nem musica, nada. Fomos à aventura.
Havia dois pisos, a parte de cima mais discoteca e a parte de baixo mais Bar/Discoteca e era... a puta da loucura. Toda em madeira e com muito, repito, muito rock. Era Bloc Party, era Franz Ferdinand, era Artic Monkeys, era Kaiser Chiefs, era The Bravery, era MGMT, era Jet, era tudo de bom que possam imaginar. Entrei, vi e pensei "meu deus, vou ser tão feliz aqui" e fui.
No auge da borracheira, quando pensam "epá já não posso beber mais hoje" fui, aos tombos, conhecer pessoas. Franceses, belgas, dinamarqueses, etc. Deixei os portugas a falarem de politica e fui "à minha vida". Fui barrada por um grupo de ingleses, com muito ar de ingleses, que toparam que cantava tudo o que passava. Eles, pelos vistos, amantes do mesmo tipo de música, pegaram em mim e fizeram crowdsurf com a minha pessoa, coisa que volta e meia repetiu-se a meio da noite. Havia um, bicharoca estrangeira, que era a coisa mais beijoqueira. Só queria dar beijos (na cara). Ri-me muito. Acabei por passar a noite com 6 ingleses entre os 20 e 50 anos, com uma energia contagiante. Ah e as roupinhas deles? Coisa mais inglesa, nosso senhor jesus cristo. Amei.
Ao fim da noite deparei-me com um problema que mais cedo ou mais tarde ia surgir: Como é que se vai para casa, nesta terra? Continuo sem saber como mas fui à maneira Portuguesa, de táxi.
Hoje, fiquei feliz por ver que ainda tinha uma garrafa de 75ml de agua em casa.
Seguimos para a galerias de Saint-Géry (nós e os espanhóis), que passou a ser o nosso bar preferido. Um telefonema de um camarada e seguimos para encontrar outros "portugueses esquerdistas". Jantavam num restaurante simplesmente maravilhoso onde as paredes eram estantes de uma ponta à outra, do tecto ao chão, forradas de livros. Se fosse em São Miguel seria o restaurante com mais traças da ilha.
O "meu pessoal" seguiu para o bar ao lado e fiquei no restaurante com os "cámárrádes" ao sabor de um belo vinho tinto e ainda tive direito a uma mousse de chocolate. No jantar estavam jornalistas de todas as regiões do país (Portugal), entre eles um açoriano. Disseram-me que tinha que conhecer o meu conterrâneo e quando fui ver quem era (já meu conhecido) respondi-lhes que preferia que não me reconhecesses porque volta e meia não batia muito bem. Dito isto o gajo começa a cantar aos berros et voilá! Ainda no restaurante reencontrei um rapaz que conhecia há mil anos atrás na Covilhã. Bruxelas é um penico, no fundo.
Já um bocado alcoolizados seguimos para o bar onde estavam os espanhóis e o resto "dos camaradas". Um Irish Club muito agradável com canecas a 3 euros e qualquer coisa. Enquanto lá estive passei o tempo todo a cantar com a brasileira que me mandou um beijinho da Maria Rita. Fiquei a olhar para ela com cara de "Mas quem é a Maria Rita, agora?", ela "Cara, a filha da Elis. Cê disse que gostava.", "sim, mas não estou a perceber nada.". "Cê não disse que gostava e que Portugal amava? Eu disse a ela e ela te manda um beijo e diz que é louca por Portugal.". Ok, única brasuca que conheço nesta terra, à excepção da outra da comunidade, conhece a Maria Rita. A meio da noite lembrei-me de perguntar se por acaso não conhecia a Rita Lee, mas não, rui-se disse que não e ainda acrescentou que eu tinha mesmo cara de Rita Lee. Não sei o que quis dizer mas aceitei na mesma.
Os espanhóis bazaram para casa, hoje de manhã ia para Maastricht suponho que comprar droga e nós fomos confirmar o boato sobre um bar brasileiro de seu nome Canoa Quebrada. Diz-se que lá é tudo a roçar à grande e à brasileira mas não, não se confirmou. Confirma-se no entanto que o bar é pessimamente frequentado, com um calor insuportável e com musica pior ainda.
A essa hora da noite já devia ter gasto o meu saldo de tlm de tanta sms para Portugal. Uma pessoa não pode beber umas canecas a mais que começa logo a esbanjar. Pode-se dizer que eu saí de Portugal mas Portugal não saí de mim, sempre a mesma coisa.
Com as bebedeiras que tínhamos em cima obviamente ninguém queria ir para casa, até mesmo porque eu já nem sabia onde morava. Aconselharam-nos uma discoteca no centro. Apenas sabíamos que era "fixe" mas nada mais, nem preço nem musica, nada. Fomos à aventura.
Havia dois pisos, a parte de cima mais discoteca e a parte de baixo mais Bar/Discoteca e era... a puta da loucura. Toda em madeira e com muito, repito, muito rock. Era Bloc Party, era Franz Ferdinand, era Artic Monkeys, era Kaiser Chiefs, era The Bravery, era MGMT, era Jet, era tudo de bom que possam imaginar. Entrei, vi e pensei "meu deus, vou ser tão feliz aqui" e fui.
No auge da borracheira, quando pensam "epá já não posso beber mais hoje" fui, aos tombos, conhecer pessoas. Franceses, belgas, dinamarqueses, etc. Deixei os portugas a falarem de politica e fui "à minha vida". Fui barrada por um grupo de ingleses, com muito ar de ingleses, que toparam que cantava tudo o que passava. Eles, pelos vistos, amantes do mesmo tipo de música, pegaram em mim e fizeram crowdsurf com a minha pessoa, coisa que volta e meia repetiu-se a meio da noite. Havia um, bicharoca estrangeira, que era a coisa mais beijoqueira. Só queria dar beijos (na cara). Ri-me muito. Acabei por passar a noite com 6 ingleses entre os 20 e 50 anos, com uma energia contagiante. Ah e as roupinhas deles? Coisa mais inglesa, nosso senhor jesus cristo. Amei.
Ao fim da noite deparei-me com um problema que mais cedo ou mais tarde ia surgir: Como é que se vai para casa, nesta terra? Continuo sem saber como mas fui à maneira Portuguesa, de táxi.
Hoje, fiquei feliz por ver que ainda tinha uma garrafa de 75ml de agua em casa.
ai como eu te amo! lol chica
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